quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Biologia - semana 6


21. Níveis de organização dos seres vivos: os antigos e os modernos
Esta aula tem os seguintes objetivos:
- Introduzir a importância do uso da história e da filosofia da ciência como ferramenta no ensino.
- Discutir os conceitos de physis e arché entre os primeiros pensadores ocidentais como início da investigação sobre a matéria.
- Ressaltar alguns aspectos da medicina grega, sobretudo a teoria hipocrática.
- Introduzir brevemente a teoria aristotélica sobre a organização da matéria e sua relação com os atomistas gregos.
- Comparar o atomismo antigo e o moderno.
- Apontar a importância da revolução científica nas origens do pensamento materialista e mecanicista moderno.
22. Níveis de organização dos seres vivos: a teoria celular
A presente vídeoaula pretende atingir aos seguintes objetivos:
- Apresentar a microscopia como um dos frutos da revolução científica.
- Comentar as observação de Hooke sobre a cortiça e a introdução do termo célula.
- Discutir o desenvolvimento da teoria celular, culminando nos trabalhos de Schleiden en Schwann.
- Comparar brevemente as células eucariontes animais e vegetais e apontar as funções das principais organelas celulares.
- Discutir a importância dos diversos tipos celulares no funcionamento dos animais.
23. Níveis de organização dos seres vivos: integração e homeostase
Esta vídeoaula apresenta os seguintes tópicos:
- Retomar brevemente as teorias sobre a origem da vida e de organismos multicelulares.
- Discutir o conceito de meio interno de Claude Bernard, e sua importância para a compressão da fisiologia moderna.
- Apresentar os principais compartimentos aquosos do corpo humano.
- Introduzir a origem do conceito de homeostase, proposto por Walter Cannon, e analisar sua importância para a fisiologia.
- Discutir, a partir de alguns exemplos do corpo humano, os mecanismos de retroalimentação negativa subjacentes à manutenção da homeostase.
24. Níveis de organização dos seres vivos: origem e função dos sistemas fisiológicos
A presente vídeoaula pretende atingir aos seguintes objetivos:
- Discutir a origem e função dos principais sistemas fisiológicos do corpo humano e sua participação na manutenção da homeostase.
- Problematizar a razão superfície/volume em organismos “grandes”, como o humano.
- Apresentar a difusão como um processo probabilístico, e ressaltar suas limitações como uma importante pressão seletiva para o surgimento de alguns sistemas fisiológicos humanos.
- Discutir brevemente a relação entre forma e função em alguns sistemas fisiológicos.
- Apresentar brevemente os sistemas endócrino e nervoso como os dois grandes sistemas de controle fisiológico.

exercício 1
Responda de forma espontânea, sem necessidade de consultar materiais, colocando apenas sua opinião: O que é biodiversidade (também chamada de diversidade biológica)?
Eu penso que biodiversidade seja a representação das variedades de espécies vivas que estejam compondo um certo meio ambiente. Por exemplo: o mar ter sua biodiversidade composta por espécies aquáticas animais, vegetais, micro-organismos, etc, além também das aves e insetos. Já a Mata Atlântica tem outras espécies formando sua biodiversidade. Todas são igualmente importantes.

exercício 2
Agora, Leia o item “As concepções de ‘Biodiversidade’ dos formadores de professores de Biologia” do artigo disponível em: http://fep.if.usp.br/~profis/arquivos/ivenpec/Arquivos/Orais/ORAL047.pdf.  Leia também o resumo para entender o contexto geral do artigo.
Responda: As concepções de biodiversidade dos sujeitos da pesquisa (docentes do nível superior) abrange principalmente quais níveis de organização da vida?
  • níveis genético -
  • dos organismos - em relação ao número de espécies
  • dos ecossistemas -
  • nível molecular
  • nível macro da biosfera












exercício 3
Agora responda às questões sobre o Conceito de Biodiversidade colocando-se na posição de professor de Ensino Fundamental.
a. Porque é importante que os estudantes a entendam o conceito de Biodiversidade?
Os alunos precisam ter clareza que vivem num ambiente complexo que é composto de muitos outros seres vivos, que todos são interdependentes, inclusive nós humanos. Todos esses níveis de organização da vida convivem em equilíbrio e a ação humana deve evitar impactos ambientais que interfiram nesse equilíbrio ambiental.

b. Que tipos de dificuldades você acha que os estudantes devem ter para compreender esse conceito?
Acredito que o pensamento homocêntrico e a ambição consumista/econômica devem atrapalhar a compreensão do tema.

c. Como você poderia auxiliar os estudantes a superar tais dificuldades?
Partindo do princípio de que as crianças costumam ser egoístas e egocêntricas, procuraria estimulá-las a observar as outras formas de vida que temos ao redor e a importância da preservação de todas elas.

d. Descreva metodologia(s) didática(s) que você usaria para abordar o conceito de Biodiversidade em sala de aula?
Proponho uma organização dos alunos em um trabalho coletivo. Cada escolheria um ecossistema: Mata Atlântica, Manguezais, Mata Ciliar, Deserto, Rio, Mar, Geleira, etc.
Na primeira aula eu ensinaria o conceito de cadeia alimentar e os consumidores primários, secundários, terciários e os decompositores.
O desafio seria que os alunos apresentassem para os colegas como funciona a cadeia alimentar em cada ecossistema e reconhecesse os agentes consumidores e decompositores do ecossistema estudado.  
A apresentação seria oral e poderia ser acompanhada de posters, recursos audio visuais, e até mesmo filmes que mostrassem imagens dos organismos que compõem o ecossistema estudado.
No debate eu procuraria acentuar a percepção da variedade das espécies, a importância de todos eles na cadeia alimentar, a diferença entre as espécies de cada ecossistema e, finalmente, incentivaria a reflexão sobre o que aconteceria se algumas das espécies fosse extinta.

e. Como você avaliaria se os estudantes entenderam esse conceito?
Se eles demonstrassem que reconheceram diversas espécies e identificaram seu papel na cadeia alimentar, percebessem a diversidade e compreendessem os riscos da extinção de espécies.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Processos de Avaliação - semana 6

11. Indicadores educacionais e fontes de dados: perspectivas de apropriação 

(parte 1)

O objetivo central destas duas aulas é o de aproximar os graduandos das diferentes fontes de informação educacionais existentes, não só daquelas diretamente vinculadas às avaliações externas, mas das demais informações disponíveis (taxa de distorção idade-série; taxa de rendimento, nível socioeconômico etc).

Nessa aula o professor Nelson falou dos esforços das diferentes instâncias em produzir e tornar acessíveis e articuláveis as informações que retratam a atualidade do ensino no Brasil. Nos orientou sobre quais são as características importantes que devem ser observadas nos diversos indicadores, como fonte da informação, o foco da pesquisa, a abrangência/periodicidade e documentação/nota técnica (estes mostram os detalhes técnicos da pesquisa que gerou a informação).
Institutos de pesquisa no âmbito federal e seus principais indicadores:
  • IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
    • Censo Demográfico
    • PNAD - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios

  • INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
    • Data Escola Brasil
    • Indicadores Educacionais
    • Inep Data
    • Consulta Ideb
    • Microdados
    • Sinopse Estatística
    • Portal Ideb
    • Plataforma Devolutiva Pedagógica

Interessante observar que há disponível uma riqueza de infomrações que podem ser articuladas e operacionalizada por qualquer cidadão, professor ou gestor escolar. No site do INEP tem vídeos explicativos que ensinam a usar os dados.

Institutos de pesquisa no âmbito Estadual e seus principais indicadores:
  • SEE/SP - Secretaria de Educação do Estado de São Paulo
    • SARESP - Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo
  • Fundação SEADE
    • Informação do Municípios Paulistas
    • Sistema de Informações Municipais

Pesquisas internacionais
  • OCDE - Organização para Cooperação de Desenvolvimento Econômico
    • PISA - Programa Internacional de Avaliação de Estudantes
    • TALIS - Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem

  • Fundação Lemann
    • Qedu
  • Observatório do PNE
  • INDIQUE (Ação Educativa) - Indicadores de Qualidade na Educação

12. Indicadores educacionais e fontes de dados: perspectivas de apropriação 
(parte 2)

O objetivo central destas duas aulas é o de aproximar os graduandos das diferentes fontes de informação educacionais existentes, não só daquelas diretamente vinculadas às avaliações externas, mas das demais informaçõesdisponíveis (taxa de distorção idade-série; taxa de rendimento, nível socioeconômico etc).

Nessa aula o professor nos mostrou o site do INEP e mostrou passo a passo a informação disponível em cada aba. Também procurou nos ensinar como elaborar questões/hopóteses/soluções à partir dos dados históricos e do cruzamento das informações disponibilizadas. Nos apresentou também o portal IDEB.


REFLEXÃO:

Ontem, dia 16/11, eu assisti uma entrevista com com o Presidente do IPEA, Jessé de Souza. Adorei a forma como ele analisa a estrutura da nossa sociedade. Recomendo.

O prfessoe não cita o IPEA em sua aula, mas apesar de não ser especializado em educação, tem vários indicadores que também são bastante importantes, como o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.

domingo, 15 de novembro de 2015

Inglês III B - semana 6

Atividade 1


Com base na nossa videoaula 6 — Preparing an oral presentation — escreva (em inglês) as ações que vão guiar a estrutura de uma apresentação oral.

To perform good oral presentation must plan for it in advance. Slides should contain simple and clear way the main information we're talking about. And the body language should complement the message we want to convey.
1. Introduce himself or herself;
2. Welcome and inform the audience about the content and purpose of the presentation;
3. Deliver the talk;
4. Present the conclusion;
5. Invite discussion.


Atividade 2

Você vai participar de um congresso internacional e apresentará seu projeto integrador em uma paper session. Para tanto, você precisará fazer seu PowerPoint de apresentação e planejar sua fala.
Com base neste contexto, prepare dois slides:
1. O slide de introdução — Introduction Slide.
2. O slide de objetivo — Objective Slide (neste slide em especial apresente somente o objetivo do seu projeto integrador).
Atividade 3

Com base nas informações que você escreveu no Introduction Slide (slide de apresentação), planeje sua fala:
→ Escreva em inglês como você cumprimentaria os participantes da sessão, se apresentaria e apresentaria o título do seu trabalho.
Inspire-se nos exemplos de fala a seguir:
                                  
  

Good morning.
My name is Thais Arruda Miranda. I’m from Univesp the Bachelor's Degree in Natural Sciences and Mathematics.
I'd like to begin by showing you how we sensitize students to attend the physical education class with appropriate clothing, benefiting both the body and the mind of the student.

Inglês III B - semana 5

Atividade 1

Com base na nossa videoaula 5 - Attending a paper session - escreva (em inglês) item a item que compõe as partes de uma apresentação oral, considerando as estrutu-
ras mencionadas: beginning, middle and end.

Beginning
Speaker’s introduction;
Welcoming the audience;
Overview: explanation of how the presentation is structured.
We started the oral explanation presenting the title, the name of the researchers and their affiliation. We thank the audience, and then make the introduction with some information about the presentation we will do next.

Middle
Points that will be presented (introduction; methods; results; discussion).
At this stage we present the survey, including the introduction, rationale, methodology, target audience, etc. Or an account of the experience is not the case of a search.

End
Conclusion, references, thanks and questions session (in case it is allowed).
Finally, we present our conclusions, references research, lessons learned, advancement opportunities in studies and thanks.At that time it also offers us for clarification and questions.
Atividade 2
Watch the video and answer the questions below.
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Rf4L2Ox9t3Q

a. What is the students’ affiliation? (answer in English).
They are students of the Department of Electrical Engineering of The Hong Kong Polytechnic University.

b. What is the presenter informing from 02:05 to 02:34m?.
(  ) Introducing herself
( x ) Stating the purpose
(  ) Giving an overview of the presentation
(  ) Presenting some data

c. What is the presenter informing from 02:38 to 03:14m?
(  ) Introducing herself
(  ) Stating the purpose
( x ) Giving an overview of the presentation
(  ) Presenting some data

Processos de Avaliação - semana 5

Videoaula 9: Avaliação externa e em larga escala no Brasil


A avaliação externa em larga escala, ocorre quando é conduzida por um agente externo ao objetivo avaliado e, obviamente, refere´se ao esforço no sentido de avaliar grande número de estudantes. Permite um acompanhamento periódico, é um instrumento aliado à gestão de educação.
No Brasil esse tipo de avaliação tem foco no desempenho dos alunos em provas padronizadas, apareceu em 1990. Desde que foram criadas, essas avaliações tornaram-se importante fonte de informações sobre o conhecimento dos alunos e subsídio para as políticas públicas nas redes de ensino, mas não há unanimidade sobre a qualidade dos dados.
Avaliações realizadas na esfera federal:
  • SAEB - Sistema Nacional de Educação Básica
    • criado em 1988
    • institucionalizado em 1994
    • modificado em 2005, quando foi transformado em ANEB e ANRESC
      • ANEB - Avaliação Nacional da Educação Básica
        • periodicidade bianual
        • 5º, 9º anos do ensino fundamental e 3º do ensino médio
        • é feito por amostragem
        • avalia o conhecimento em leitura e matemática
        • ocorre nas redes pública e privada
      • ANRESC - PROVA BRASIL
        • Avaliação Nacional do Rendimento Escolar
        • bianual
        • censitária
        • 5º e 9º
        • leitura e matemática
        • rede pública
      • em 2013 foi criado a ANA
        • Avaliação Nacional da Alfabetização
        • anual
        • censitária
        • 3º ano do ensino fundamental
Ainda na esfera federal, foi criado o indicador IDEB
  • Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
  • criado em 2007
  • combina informações de fluxo e desempenho do aluno
  • baseado na ANRESC/PROVA BRASIL
  • estabelece as metas para a rede pública até 2021
Nas esferas estaduais e municipais, há estados que não fazem nenhuma espécie de avaliação, há os que fazem semelhante ao IDEB e há os que fazem com outras disciplinas. Nas municipais percebe-se uma tendência no sentido de criar as políticas públicas baseadas nos resultados das provas federais e até mesmo buscar realizar suas próprias avaliações.
As tensões e contradições existem e as principais críticas são as seguintes:
  • as avaliações são redutoras/indutoras de um único currículo limitando o conteúdo
  • padrão universal descolado dos padrões locais
  • resultados que estimula a competição e comparações indesejáveis
  • confusão entre as avaliações internas e externas prejudicando o aluno
  • despreparo das escolas para atribuir as responsabilidades pelos desempenhos obtidos (bons ou maus)
  • pouca clareza sobre o que está sendo avaliado
  • limitações do próprio IDEB para ser referencia da qualidade do ensino.
Finalizando, foram apresentadas também as possibilidades dessas avaliações em larga escala que obviamente podem favorecer o trabalho do professor, do gestor e o planejamento curricular.

Videoaula 10: Conceitos básicos de indicadores educacionais


O Indicador Social é uma informação, composta de outros dados, utilizado para estabelecimento de políticas públicas. Importante lembrar que ele carrega em si a referência do que é desejável/almejável. Para se conhecer um indicador é importante saber os conceitos que ele contém e as variáveis que o compõem.
Difere de estatísticas públicas, pois estas são apenas a informação coletada e o indicador é resultado de análise, medidas de referencias, objetivos desejados, parâmetros, etc.
Podem ser classificados como:
  • objetivos - são empíricos, mensuráveis
    • ex: IDH  e  PIB
  • subjetivos - retratam percepções
    • ex: índice de confiança
  • insumos - referem-se a recursos disponíveis
    • ex: informações como nº de professores graduados
  • processos - retratam processos
    • ex: métodos de alfabetização
  • produtos - resultados obtidos pela ação ou política pública
    • ex: IDEB
  • sintético - quando é composto de várias fontes de informações estatísticas
    • ex: IDEB
Servem para identificar um problema, uma demanda, formulação e aprimoramento de políticas públicas, subsidio a tomada de decisão, elaboração de diagnóstico, acompanhamento e avaliação de ações.

Reflexão:  

Sobre o pedido da professora que opinássemos sobre as avaliações externas, eu diria que acho muito interessantes.
Penso que o interprete dos dados pode ‘olhar o lado vazio do copo’ e achar que nivela ou reduz o conhecimento exigido. Os pessimistas vão dizer que não precisam ensinar nada além do que o IDEB considera médio. Mas quem ‘olhar o lado cheio do copo’ pode sentir-se motivado a melhorar a qualidade do ensino e procurar aparecer em melhores posições no ranking.
Outra coisa interessante, é que essas avaliações estão mudando a relação entre a escola e aluno. A rivalidade entre esses pode ser revelada nessas avaliações, há relatos de alunos que voluntariamente deixam de responder às questões para prejudicar a escola. É bastante desafiante para o gestor escolar desenvolver uma relação que motive o estudante a esforçar-se para obter um resultado que só vai favorecer a escola.